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COMUNICADO N.º 04/2016

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS ADVERSAS (PRECIPITAÇÃO, VENTO FORTE E AGITAÇÃO MARÍTIMA)

DATA: 23OUT2016   HORA:17H00

 
Situação Meteorológica


De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA no presente dia, prevê-se um agravamento das condições meteorológicos a partir do final do dia de hoje (23Out) e até 3ªfeira (25Out), que irá afetar sobretudo a região Sul e em particular o distrito de Faro:

  • Precipitação forte (>20 mm/h ou até 60 mm/3h), com o período mais crítico a situar-seentre as 18h de 24Out (2ªfeira) e as 06h de 25Out (3ªfeira), que pode seracompanhada de trovoada e fenómenos extremos de vento.
  • Vento a soprar com intensidade moderada a forte (até 45 Km/h), com rajadas de 75 Km/h que, nas terras altas, pode intensificar até 95 Km/h.
  • Agitação marítima até 5,5 m, com picos de onda a atingir 9 a 10 m em toda a costa. Subida da maré a coincidir com o período mais crítico de precipitação (preia-mar entreas 23:30 e as 23:54 de 2ªfeira).

 

EFEITOS EXPECTÁVEIS


Em função das condições meteorológicas presentes e previstas é expectável:

• Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
• Ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento, ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
• Ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;
• Instabilização de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, podendo ser potenciados pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;
• Contaminação de fontes de água potável por inertes resultantes de incêndios rurais;
• Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública;
• Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
• Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
• Danos em estruturas montadas ou suspensas;
• Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
• Possíveis acidentes na orla costeira;
• Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;
• Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

 

MEDIDAS DE PREVENÇÃO E PROTECÇÃO A ADOPTAR PELA POPULAÇÃO


O SMPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção, nomeadamente:
• Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
• Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e gelo nas vias;
• Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
• Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
• Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atenta para a possibilidade de queda de ramos ou árvores, em virtude de vento mais forte;
• Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;
• Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;
• Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

OUTROS


O Serviço Municipal de Proteção Civil de Vila Real de Santo António em parceria com o Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro (CDOS) da Autoridade Nacional de Protecção Civil, continuará a acompanhar permanentemente a situação com a colaboração do Instituto de Meteorologia, difundindo os comunicados que se julguem necessários.

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