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  • Alforreca » Também conhecida como medusa, mães d´água e águas-vivas, vive de forma livre pelo oceano e ocasionalmente pelas águas costeiras. O corpo é basicamente um saco com assimetria radial formando duas camadas de células, com uma massa gelatinosa. O corpo das medusas é formado por 95-99% de água, no entanto não deve tocar nos tentáculos e no corpo pois provoca irritações cutâneas sem gravidade em contacto com a pele humana.

 

  •  Andorinha-do-mar-anã » A Andorinha-do-mar-anã (Sternula albifrons) é uma espécie migradora que tem uma vasta área de distribuição, estando presente em todos os continentes. No Paleártico Ocidental a área de nidificação estende-se desde a Costa Atlântica até à Ásia Central, e do Mediterrâneo até à Rússia. No Algarve é nidificante e de fácil observação na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António e na ria Formosa, sobretudo nos braços da ria entre Cacela-a-velha e Olhão. Tem asas e bico afilado ,cauda bifurcada, apresentando entre 22 - 24 cm de comprimento e 48-55 cm de envergadura. O seu bico pontiagudo é amarelo com a ponta escura, de tonalidade branca, asas de um cinza claro, sendo a cabeça e nuca preta, com a testa branca. Alimenta-se de peixe e mergulha para capturar as suas presas.

 

  • Ostra » A Ostra pertence à família Ostreidae, possui um corpo mole protegido dentro de uma concha muito calcificada, fechada por fortes músculos adutores. Vive em águas marinhas ou relativamente salgadas e curiosamente modificam o seu género sexual anualmente, as fêmeas podem pôr até um milhão de ovos durante o período de reprodução. A ostra tem uma forma curiosa de se defender. Quando um parasita invade seu corpo, ela libera uma substância chamada madrepérola, que se cristaliza sobre o invasor impedindo-o de se reproduzir. Depois de cerca de três anos esse material vira uma pérola. Sua forma depende do formato do invasor e sua cor vária de acordo com a saúde da ostra. Esta espécie tem hoje um grande valor gastronómico que, segundo registos, já era conhecido no tempo dos Romanos.

 

  • Camaleão » O aparecimento do Camaleão na Península Ibérica deve-se as deslocações realizadas pelos pescadores entre o sul peninsular e o norte de África, no século XIX. São répteis da família Chamaeleonidae que medem cerca de 20 a 25 cm. Os camaleões são seres diurnos que vivem em cima das árvores, indo ao solo somente para mudar de árvore, acasalar-se e pôr os seus ovos. Colocam de 9 a 30 ovos que enterram na areia. Alimentam-se principalmente de insetos voadores e, para capturá-los, ficam parados esperando que a presa apareça- técnica de «sit-and-wait». Quando o inseto passa próximo dele, o camaleão lança a sua grande língua protráctil que pode atingir uma distância de quase um metro. A ponta desse órgão é coberta por uma saliva extremamente pegajosa, que ajuda na caça. Além de sua grande língua, esses seres apresentam outra característica notável, os olhos movimentam-se de maneira independente. Enquanto um olha para um local, o outro observa outra área. São animais que vivem sozinhos, juntando-se a outro apenas na época de reprodução. O Camaleão tem a capacidade de mudar sua tonalidade de acordo com o ambiente em que se encontra. Com essa impressionante capacidade e movimentado-se lentamente, passa  despercebido o que ajuda na sua defesa, pois são alvos de  predadores tais como cobras, aves e répteis. É proibida a sua captura, segundo a Convenção de Berna.

 

  • Flamingo » Ave que pertencente à família Phoenicopteridae, tem pernas e pescoço comprido, bico encurvado e mede entre 90 e 150 cm. A sua plumagem pode ser bastante colorida em tons de rosa vivo. São animais que se alimentam de algas e pequenos crustáceos através de filtração. O maior elemento da família é o Phoenicopterus ruber, que se encontra principalmente em África, nas Caraíbas e América do Sul, com uma plumagem de coloração rosada e uma altura de 1,25 m. Os flamingos são aves gregárias, que vivem em bandos numerosos junto a zonas aquáticas. Examinam o lodo em busca de alimento com o bico curto, grosso e curvo, constituindo colónias onde fazem o ninho em tufos de lodo de forma coniforme, com um pequeno buraco para os ovos na parte superior. Algumas espécies conseguem inclusivamente habitar em zonas de salinidade extrema, como os lagos africanos do Vale do Rift. Em Portugal, esta espécie pode ser observada em grande número nos meses de Outono, se bem que as aves não reprodutoras  permanecem por cá durante todo o ano. O Sapal de Castro Marim, no estuário do Guadiana, é uma das áreas mais frequentadas por esta espécie, a par dos estuários do Tejo e do Sado.

 

  • Cão de água » Esta raça é conhecida em Portugal como Cão de Água Português ou Cão de Água Algarvio, criada principalmente no Algarve. Estes animais ajudavam os pescadores nos seus trabalhos diários, devido a ser um excelente nadador que guiava o cardume de peixes às redes, recuperava objectos que caiam na água e servia de mensageiro entre a tripulação e a terra. No século XX, devido ao avanço da tecnologia no setor da pesca o cão deixa de ser utilizado e a raça começa a diminuir, tornando-se rara. Caracterisa-se pelo seu tamanho mediano, de constituição forte e musculatura bem desenvolvida e pelo longo e ondulado. Os machos têm uma altura ideal de 54 cm, enquanto as fêmeas medem cerca de 46 cm, com a variação de peso entre os 16 e os 25 kg. É considerado um animal inteligente com temperamento ativo, ardente mas também obediente. No Parque Natural da Ria Formosa, o "Canil da Ria Formosa" procura preservar e dar a conhecer esta raça de cão. 

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